Hora Solar · caderno de checagem 15 out 2026 · leitura 8 min

GD · GC · irradiação · tarifa · ICMS

Sol não fecha a conta.

O estudo descreve bem o fotovoltaico e acerta o ranking de maio. Mistura volume instalado com competitividade. Em outubro o Paraná já passou Minas na geração distribuída.

Checagem contra ANEEL (mai e out/2026), ABSOLAR, CompareSolar/ANEEL B1 e Atlas INPE/LABSOLAR via CustoSolar.

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O que o texto fez e o que embaralhou.

Sustenta

Dois mercados, dois mapas.

Separar geração distribuída (telhado, comércio, agro) de geração centralizada (usina) é o recorte certo. Quem homologa para terceiros vive de GD. Quem estrutura parque vive de GC e de transmissão.

Não sustenta

Um ranking para duas perguntas.

O texto pediu “mais sol + tarifa + crédito + ICMS” e devolveu, em grande parte, o ranking de potência já instalada. São Paulo lidera GD porque tem gente, indústria e bancos — não porque o kWh solar lá seja o mais vantajoso.

Para o Hora Solar. O ICP são homologadoras de 5 a 60 processos/mês. O mapa de trabalho é volume de GD: São Paulo, Paraná e Minas concentram 20,98 GW dos 53,65 GW cadastrados em 3 de outubro de 2026 — 39% do país. Sol e tarifa explicam payback do cliente; não substituem a fila de dossiê.

Sol versus mercado BA 5,7 HSP 2,98 GW GD MG 5,3 6,47 GW MT 5,2 3,18 GW SP 4,8 7,61 GW PR 4,5 6,90 GW

O círculo é o HSP médio estadual (CustoSolar / Atlas INPE). O número acima é GD em 3/10/2026 (ANEEL via CPG). Bahia tem mais sol; São Paulo e Paraná têm mais placa no telhado.